Anjos

UM VELHO CONCEITO



Antes de tratar qualquer assunto mencionamos que é preciso pesquisar e saber mais sobre o(s) tema(s) tratado(s). Neste  blog não queremos expor nenhuma verdade absoluta porque cada um defende a sua verdade, mas queremos mostrar outros aspectos (outras informações) para que obtendo mais conhecimento ou mais informações possamos abrir a nossa mente para criarmos nossos novos conceitos porque desde criança ouvimos as histórias de mundo, de céu e inferno A.C.(Antes de Cristo) e D.C.(Depois de Cristo), praticamente os seres humanos crescem ouvindo falar do bem e do mal, de Deus e do Diabo, de anjos e demônios, etc.


O que vale realmente é refletir sobre tudo que nos fazem acreditar como verdades absolutas. Na Idade Média se alguém questionasse uma verdade criada pelos grupos mais poderosos (que detinham o poder econômico e religioso) poderia sofrer as piores torturas porque questionou e até em pleno século XXI (A Era da Informação) muitos se calam e acreditam em muitas coisas de acordo com seus interesses pessoais, defendem e coagem em tom de ameaça quem questiona certos fatos ou quem não demonstra acreditar fielmente em tudo que está sendo dito ou escrito. É como se existe apenas uma verdade absoluta ou se acredita ou não pode fazer parte daquele grupo. É estranho... mas isto acontece desde de A.C. (Antes de Cristo) onde o castigo era a morte, modernamente o castigo é o isolamento social e no tempo moderno a morte social ou a falta de status social é uma espécie de condenação trágica também. 


Cada um decide: bom caminho ou mau caminho.
Cada um tem o direito de escolher o seu próprio caminho, assim sendo alguns praticam o que é bom e alguns praticam o mau. Dizem que o demônio faz o que é mau e Deus faz o que é bom. Mas qual o significado das palavras "deus" e "demônio"? Como falar com bom senso sobre o bom e o mau, como falar de anjos e demônios sem compreender o significado das palavras que mencionamos ou sem conhecer profundamente aquilo que acreditamos defender?




A palavra "Deus" muitas vezes é expressado como o Criador e Senhor do Universo. Os termos latinos Deus e divus, assim como o grego διϝος = "divino", descendem do Proto-Indo-Europeu *deiwos = "divino", termo esse encerrando a mesma raiz que Dyēus, a divindade principal do panteão indo-europeu, igualmente cognato do grego Ζευς (Zeus).

Deus é desde a sua origem a divindade central na mitologia monoteísta abraâmica, da qual derivam-se entre outras as mitologias das principais religiões da atualidade, explicitamente o cristianismo, o judaísmo e o islã. "Deus" é notoriamente definido em modernidade segundo as perspectivas de tais religiões monoteístas, sobretudo no ocidente, e nelas foca-se o presente artigo.  Teólogos têm relacionado uma variedade de atributos utilizados para estabelecer as várias concepções de Deus. Os mais comuns entre essas incluem onisciência, onipotência, onipresença, benevolência ou bondade perfeita, simplicidade divina, zelo, sobrenaturalidade, transcendentalidade, eternidade e existência necessária.
Deus também tem sido compreendido como sendo incorpóreo, um ser intangível com personalidade divina e justa; a fonte de toda a obrigação moral; em suma, o "maior existente".1


Bom ou Mau - cada um decide o caminho
 A palavra "Demônio", ou ainda, daimon ou daemon é originalmente um tipo de ser que em muito se distanciou, mesmo que ainda se assemelhe, aos gênios da mitologia árabe, pois ao longo dos anos a sua descrição mudou, com o passar do tempo muitos foram escrevendo o que queriam e alguns foram lendo ou ouvindo sobre assuntos que tinham como uma única verdade absoluta que não poderia ser questionada. Segundo a maior parte das religiões, que se dividem no mundo de forma maniqueísta, como judaico-cristão, o demônio é um ser intermediário entre o homem e Deus, tipicamente ou popularmente o demônio é descrito como um "espírito do mau", embora originalmente a palavra demônio, criada pelos gregos, signifique a voz interior, ou o deus que vive dentro de nós e nos aconselha.

Então, vamos pela razão, se originalmente a palavra demônio foi criada pelos gregos e  significa a voz interior, ou o deus que vive dentro de nós e nos aconselha. Seria como interpretar que se alguém segue um caminho mau ou não segue um caminho mau é porque resolveu seguir a sua própria voz interior. Mas o folclore popular ou os criadores de mitos deram forma para essa voz criando figuras das mais variadas com corpo de homem, com chifres, rabo, cascos, um grande tridente, etc. Assim, com o passar do tempo, a palavra demônio também passou a ser associada com espíritos maus, quando é a palavra "diabo" que significa espírito ruim ou espírito mau, "diabos" são espíritos do folclore cristão, não havendo similar em religiões pagãs - existem em todas as formas e tamanhos e quase sempre querem fazer alguma coisa ruim.


Se quiser pesquisar mais sobre assunto existe muita informação sobre o assunto na internet, bibliotecas e livrarias. Um dos livros mais conhecidos:

1- "A Chave Menor de Salomão" - uma conhecida tradução do Lemegeton é The Goetia: The Lesser Key of Solomon the King (Lemegeton Clavicula Salomonis Regis), por MacGregor Mathers com introdução de Aleister Crowley.

2 - "Livro Dos Segredos De Enoch" - conta a história de anjos caídos, na época em que o Novo Testamento foi escrito a influência de Enoch foi sigilosamente(secretamente) absorvida nas idéias dualistas do persa Zoroaster.





 
Os antigos hebreus atribuíam tudo o que acontecia, seja no céu ou na terra, à um único deus. A evolução de uma poderosa força maligna que era oposta ao Deus Bom, apenas começou duzentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo.

O Velho Testamento de Deus não descreve esses tempos. Ele era sempre o único responsável por tudo o que ocorria no universo, como a divindade indiana, Shiva, camuflando a criatividade e a destruição em um indissolúvel princípio.


Isto é claramente estabelecido em Isaias 45:7 quando Deus diz "Eu formo a Luz e crio as Trevas; eu faço a Paz e crio a Maldade." Mas gradualmente no segundo século depois de Cristo, os hebreus trocaram sua fé de um deus ambivalente, por um deus somente bondoso. Contudo, houveram muitas variações neste tema, uma crença em um Mau à parte gradualmente se desenvolveu. Este princípio maléfico é completamente distinto da vida, sendo totalmente oposto e alienado da benevolência natural do Todo-Poderoso.


Isto criou um dilema óbvio: Como uma Divindade bondosa que criou a tudo e a todos, incluiu em sua criação um oponente igualmente poderoso que sempre procurou superá-lo? O resultado foi uma tensão paradoxal ao conceito de um único divino princípio básico em que o cosmo é dividido em dois: o Bom e o Mau.
Enquanto os rabinos tentavam livrar o Judaísmo de antigos conflitos, hoje em dia a doutrina da Igreja Cristã continua turva perante o crescimento de duas idéias essenciais e incompatíveis. E como uma sombra no centro do ciclone está o anjo negro.

A idéia de um mau à parte e dos Anjos Caídos não aparecem no Velho Testamento. Contudo encontramos o há-satan, "O Adversário". Ainda assim havia um substantivo comum que simplesmente significava "um oponente". Era possivelmente o título de um cargo que prossegue nas leis atuais, melhor do que qualquer nome de alguma personalidade diabólica.

O número exato de anjos que são conhecidos por terem se rebelado e foram punidos está no Livro dos Segredos de Enoch. Portanto existe um cânon à parte. Mas na época em que o Novo Testamento foi escrito, a influência de Enoch foi sigilosamente absorvida nas idéias dualistas do persa Zoroaster.

A noção de um hospedeiro caído foi escondida - pedra no dogma cristão. Em Revelações João de Patmos aponta um dedo sem hesitar para Satã, o velho dragão, "E sua cauda desenhou a terceira parte das estrelas (Anjos) do Paraíso e lançou-os na terra..., e Satã que iludiu o mundo inteiro; também foi lançado à terra e os Anjos o proclamaram." João nomeia o indivíduo específico de Satã, que a essa hora é claramente sinônimo do adversário acima citado.









No Velho Testamento a história de Jó não era nem boa muito menos perversa, mas no segundo século depois de Cristo os relatos sobre Satã tornaram-se um símbolo de Maldade. Durante os dois seguintes milênios o Príncipe das Trevas solitário foi identificado como Azazel, Mastema, Beelzebub, Beliel, Duma, Sier, Salmael, Gradeel, O Anjo de Roma, Samael, Asmodeus, Mephistopholes, Lúcifer e na tradição Islâmica como Iblis.  

Ele também atraiu um número de títulos populares atribuídos ao terror comum que ele provoca dentre eles Capeta, Diabo, Satanás, etc.







A INVENÇÃO DO INFERNO(?!)

A idéia de uma forma totalmente demoníaca de um anjo caído foi muito longe da experiência de Enoch de uma gigantesca Grigori. A superestrutura maligna e demoníaca com seu Inferno inteiramente localizado longe dos Pacíficos Portões do Paraíso, é relativamente uma invenção cristã.












Enquanto o conceito de demônios e criaturas monstruosas não foi inteiramente criado na Idade Média, os escritores daquela época certamente relacionaram tais criaturas com o Judaísmo. A inconsciente e negra Europa tinha uma imaginação extraordinária. Era uma era de magia e uma nova preocupação com os mistérios da Alquimia, a Kabbalah e certas áreas de conhecimento que depois se tornariam a proto-ciência.

Em tal atmosfera ambos Anjos e demônios foram invocados por praticantes Sagrados e diabólicos. Os pentagramas secretos abriram-se para revelar o pesadelo de legiões de anjos e demônios de uma coletiva, negra e inconsciente que vomitaram diante de torres majestosas no céu e escuridões profundas.


Para entender a natureza dos anjos que habitam os Reinos dos Trevas, é melhor examinar o retrato da entidade que é o mais enigmático e surpreende anjo de todos - SATÃ. O Inferno é inseparável do Maligno. Essa entidade negra é a antítese completa do arcanjo Miguel. Em algumas tradições o Príncipe do Mal olha através de um espelho negro e o reflexo é seu irmão gêmeo, CRISTO. Não há dúvida que sem o Demônio não haveria necessidade de um Cristo.



SATAN-EL
Conhecido como Lúcifer, Sammael, Mastema, Beliel, Azazel, Beelzebub, Cadreel, Sier, Samael, Mephitopholes e Asmodeus. Muitas autoridades concordam que ele era o único e mais poderoso dos Seraphins, vice-rei ou regente de Deus. Na sua forma original ele é descrito como tendo doze asas. Gregório de Nazianus diz que antes de sua queda ele usou os demais Anjos "como se fossem roupas, obtendo conhecimento e glória."

Mesmo São Jeronimo nos disse que este poderoso anjo um dia será recolocado em sua esplendorosa posição original. Parece conveniente que este Príncipe das Mentiras e Decepções deva se esconder atrás de muitos nomes. Ainda Satã em todos os seus aspectos combina muitas divindades.

Ele tem os chifres, as pernas peludas, cascos e o formidável rigor da antiga e luxuosa divindade da Terra da Madeira, Pan. Ele tem um temível tridente de Deus do Mundo Inferior; a serpente na forma de Leviatã (Apollyon) e as seis asas do incrível Babiloniano espírito Guardião.


Ele é o Malígno e a única Maldade que reúne os sete pecados capitais em um ser:
1. O Orgulho de Lúcifer;
2. A Avareza de Mammon;
3. A Ira da Satã;
4. A Luxúria de Asmodeus;
5. A Gula de Beelzebub;
6. A Vaidade de Leviatã;
7. A Preguiça de Belphegor.

Ele também já foi encontrado atrás de outras máscaras e identidades. Aqui estão apenas algumas tiradas dos arquivos policias do Paraíso:



ABADDON-SATAN
Esse era o nome hebreu de Apollyon, o anjo do Poço sem Fundo. Os hebreus emprestaram dos babilonianos sete modelos de camadas para o mundo inferior para criar a Gehenna, cujo Príncipe das Trevas é também nomeados Arsiel. Isso significa "Sol Negro", o sol negativo e anti-matéria. No poço central no fundo de uma das camadas vive o anjo serpente Apollyon, o Deus grego do Sol caído, Apollo, Rei dos Gafanhotos Demoníacos.

Ele é muito esperado pelas poderosas divindades pagãs que são encontradas no Inferno. A igreja estava preocupada em dizer pela Bíblia de que não existia um mal. Isso significa que os mais reais e interessantes personagens são encontrados nas regiões infernais.

SAMMAEL-SATAN
Este nome é de origem Siméria (SAM siginifica veneno, portanto SAMMAEL significa Aquele Brilhante e Venenoso). Ele é também o Anjo da Morte. Um título especialmente dado à ele como Chefe dos Satãs. Uma explicações para isso pode ser encontrado em Enoch I, onde o escriba registra o relato da primeira testemunha ocular que encontrou o Senhor (En XL:6). Neste encontro Uriel está "discutindo contra os satãs e recusando dar à eles a permissão de ficar diante do Senhor para acusar aqueles da Terra".

No contexto desta passagem, Enoch parece estar se referindo aos satãs como algum tipo de Forças da Lei. Seu papel era de uma polícia angelical que se tornaria pior que a Gestapo e que Enoch chamaria Sammael de Chefe dos Demônios. Conhecido como a grande serpente de doze asas que o perseguiu no Sistema Solar, ele também é acusado de ser a mesma serpente que tentou Eva.

Ele não apenas tentou nossa ancestral, mas fez também com que Caim cometesse o crime. Isaías visitando o Paraíso viu os hospedeiros de Sammael (Salmael) brigando e atacando uns aos outros. Cães uivam na noite quando Sammael voa como um pássaro por entre a cidade.

  



BELIEL-SATAN
O Príncipe-Comandante de Sheol (parte das regiões infernais).
Beliar significa sem valor. O próprio Beliar nos diz no Evangelho de Bartolomeu que "Em primeiro lugar ele era chamado Satanel, que era interpretado como mensageiro de Deus, mas quando rejeitou a imagem de Deus, seu nome foi mudado para Satanás, que é o anjo que guarda o Inferno". Ele não pode resistir a tentação de gabar-se, "Eu era o primeiro dos anjos".

Arcanjo Miguel supostamente era o segundo.
Conhecido por São Miguel Arcanjo(santo da Igreja Católica), o Arcanjo de Deus na batalha contra Lúcifer e os anjos rebeldes (Apoc 12,7-8), é o primeiro Anjo honrado como “o príncipe da milícia celeste”.

Miguel (em hebraico: מִיכָאֵל (Micha'el ou Mîkhā'ēl; em grego: Μιχαήλ, Mikhaḗl; em latim: Michael ou Míchaël; em árabe: ميخائيل, Mīkhā'īl) é um arcanjo nas doutrinas religiosas judaicas, cristãs e islâmicas. Os católicos, anglicanos e luteranos se referem a ele como São Miguel Arcanjo ou simplesmente como São Miguel. Os ortodoxos se referem a ele como Texiarca Arcanjo Miguel ou simplesmente como Arcanjo Miguel.
Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (mi-"quem", ke-"como", El-"deus"), o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica: "Quem é como Deus?" (em latim: Quis ut Deus?), para a qual se espera uma resposta negativa, e que implica que "ninguém" é como Deus. Assim, Miguel é reinterpretado como um símbolo de humildade perante Deus1 .

Na Bíblia Hebraica, Miguel é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". A ideia de Miguel como um advogado de defesa dos judeus se tornou tão prevalente que, a despeito da proibição rabínica contra se apelar aos anjos como intermediários entre Deus e seu povo, Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica.


No Novo Testamento, Miguel lidera os exércitos de Deus contra as forças de Satã no Apocalipse, onde, durante a guerra no céu, ele o derrota. Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo". Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Já no século VI, a devoção a São Miguel já havia se espalhado tanto no oriente quanto no ocidente. Com o passar dos anos, as doutrinas sobre ele começaram a se diferenciar.

“Deus criou as coisas materiais e espirituais. O diabo e os outros espíritos malignos foram criados bons por Deus, porém tornaram-se maus por si mesmos (IV Concílio Ecumênico de Latrão – 1.215)”.Antes de ter criado o homem, Deus criou os Santos Espíritos, os Espíritos Puros, isto é, não compostos de matéria, embora por vontade divina, possam às vezes apresentar-se aos homens sob formas corporais: “Deus, desde o princípio do tempo, criou do nada duas espécies de seres: os Espirituais e os Corporais, isto é, os Anjos e o Mundo; e, depois, criou o Homem, sendo constituído de corpo e espírito, que é comum a ambos os seres (IV – Concílio Latrão – 1215)”.

As Sagradas Escrituras falam-nos de anjos agrupados em 9 coros, a saber: Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potestades, Virtudes, Principados, Arcanjos e os Anjos, que por sua vez, constituem três hierarquias. A primeira hierarquia, os Serafins, Querubins e Tronos, têm por missão o serviço principal perante o Trono de Deus; a segunda hierarquia: Dominações, Potestades e Virtudes que têm por missão o serviço no espaço da Criação; e a terceira hierarquia: Principados, Arcanjos e Anjos, que têm por missão o serviço junto à humanidade na terra.



Arcanjo Gabriel, o terceiro.
Gabriel (em hebraico גַּבְרִיאֵל, no hebraico moderno Gavriʼel, no hebraico tiberiano Gaḇrîʼēl; em latim Gabrielus; em grego Γαβριήλ, transl. Gabriēl; em árabe جبريل, trans. Jibrīl ou جبرائيل, transl. Jibrail; todos do aramaico Gabri-el, "homem forte de Deus"1 ), também conhecido como São Gabriel Arcanjo, é, nas religiões abraâmicas, um anjo que serve como mensageiro de Deus. Aparece pela primeira vez numa menção no Livro de Daniel, na Bíblia hebraica. Em algumas tradições é tido como um dos arcanjos, noutros como anjo da morte.




Com base em duas passagens do Evangelho segundo Lucas, diversos cristãos e muçulmanos Gabriel teria anunciado os nascimentos de João Batista e Jesus. O Islã, além disso, acredita que Gabriel teria sido o meio pelo qual Deus optou por revelar o Corão a Maomé, e que através dele teria enviado uma mensagem para a os profetas revelando-lhes suas obrigações. É conhecido como o chefe dos quatro anjos favorecidos, e o espírito da verdade, e em certas crenças seria uma personificação do Espírito Santo.2 3 Gabriel também é mencionado na fé Bahá'í, especificamente na obra mística de Bahá'u'lláh, Sete Vales.


Segundo a tradição cristã católica, Gabriel é mensageiro de boas notícias, ajuda a seguir o bom caminho. 


















Arcanjo Uriel, o quarto.
Uriel (em hebraico: אוּרִיאֵל, Uriʾel; no hebraico tiberiano: ʾÛrîʾēl; "Chama de Deus") é um dos arcanjos da tradição rabínica pós-exílio, bem como de algumas tradições cristãs.

Os anjos mencionados nos livros mais antigos do Antigo Testamento não são designados por nomes. De fato, já o rabi Shimon ben Lakish (230 - 270) asseverava que os nomes específicos dos anjos foram adoptados pelos judeus a partir de tradições babilónicas, depois do exílio - muitos comentadores modernos concordam com esta visão. Dos sete arcanjos do judaísmo pós-exílio, apenas três (Gabriel, Miguel e Rafael) são mencionados pelos nomes nas escrituras que gradualmente foram aceitas como canónicas. Os outros quatro, contudo, são nomeados no século II a.C. no Livro de Enoque, capítulo XXI: Uriel, Ithuriel, Amitiel e Baliel. Aí, intercedem perante Deus pela Humanidade, durante o período dos Nephilim - os Vigilantes caídos.


Quando aos três primeiros arcanjos referidos se referia outro, de modo a representar os quatro pontos cardeais, Uriel era, geralmente, o quarto (o Norte - bem como, quando representam os quatro elementos - toma o lugar da Terra). No poema de John Milton, Paraíso Perdido, Livro III, Uriel, encarregado da Orbe do Sol, serve como os olhos de Deus, ainda que, inconscientemente, dirija Satã em direcção à recém-criada Terra.




Uriel é frequentemente identificado como o querubim que "permanece junto às portas do Éden com uma espada ardente" ou como o anjo que "preside à tempestade e ao terror" (no Primeiro Livro de Enoque). No Apocalipse de Pedro aparece como o Anjo do Arrependimento - e tão desprovido de piedade quanto qualquer demónio.






Em Vida de Adão e Eva Uriel é representado como o espírito (um dos querubins) referido no terceiro capítulo do Génesis. É também identificado com um dos anjos que deram sepultura a Adão e a Abel no Paraíso.



Arcanjo Raphael, o quinto.
Rafael (do hebraico רָפָאֵל, transl. Rāp̄āʾēl, "Deus cura"; em árabe: رافائيل; transl. Rāfāʾīl) também conhecido como São Rafael Arcanjo, é o nome de um arcanjo comum às religiões judaica, cristã e islâmica, responsável por executar todos os tipos de cura. Enviado por Deus para curar em Seu Nome, Rafael significa "Deus cura" em hebraico; a palavra correspondente a médico é Rophe.







O Cristianismo, ao "derivar" do Judaísmo, também desenvolveu algumas concepções próprias da hierarquia dos angelicais e atribuições dos angelicais e o mesmo aconteceu no islamismo. Alguns estudiosos afirmam que o Arcanjo Rafael foi enviado ao Egito durante a Páscoa. Seriam ele e Metatron os enviados por Deus para assassinar certos primogênitos do Egito durante a cominação das pragas egípcias. O Arcanjo Rafael também teria duelado contra Samyaza a mando de Deus.1

Na Bíblia, o Arcanjo Rafael é citado no Antigo Testamento, no Livro de Tobias (presente somente no cânon católico). No capítulo 5, versículo 4 (Tb 5,4) há o início das aparições de Rafael ao jovem Tobias: "(…)Tendo saído, deparou-se-he o anjo Rafael, sem demonstrar, todavia, ser um anjo de Deus".3 Já no capítulo 6, versículo 3 (Tb 6,3), vê-se porque imagem esculpida pelos católicos mostra o arcanjo segurando um peixe.4 Eis que o grande peixe que tentou devorar Tobias e que o anjo lhe ordenou que o dominasse para tirar-lhe o fel, o qual, é indicado que é usado pelo arcanjo para curar o pai de Tobias devolvendo-lhe a visão. (Tb 6,11)5

No capítulo 12, Rafael se dá a conhecer, se apresentando como anjo (arcanjo) de Deus (Tb 12,15) "Eu sou Rafael, um dos sete santos anjos que assistem e têm acesso à majestade do Senhor".6

Não é mencionado no Novo Testamento, mas a tradição o identifica como o anjo da ovelha em João 5,2. Rafael também é figura proeminente nos costumes do Judaísmo. Ele é um dos três angelicais que visitaram Abraão antes da devastação física de Sodoma e Gomorra.7

Sua festa é celebrada no dia 29 de setembro, junto com a do Arcanjo Gabriel e a do Arcanjo Miguel.
No passado era celebrado, "sozinho", no dia 24 de outubro.

Com relação a parte islâmica, Israfil (Rafael) não é nomeado no Qur'an (Corão) diferentemente de Jibrail (Gabriel) e Mikail (Miguel). De acordo com a Hadith(الحديث), Israfil (árabe Rafael) é o anjo responsável por sinalizar a vinda do Juízo Final soprando a corneta (chamada Sûr) e enviando o "Sopro da Verdade". A Sûr será soprada duas vezes: da primeira virá o início do Juízo Final; da segunda, todas as almas serão chamadas a julgamento e interrogadas.

O orgulho desse anjo era verdadeiro, pois seus irmãos são conhecidos com Anjos da Vingança. (...)


Há muito sobre o assunto e para quem se interessou vale pesquisar mais sobre religiões, as crenças, os costumes de cada época e de sociedades diferentes.
 
















Para saber mais sobre anjos acesse:
http://osanjoscabalisticos.blogspot.com/



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